
DRE, DFC e conciliação bancária no padrão Extat para transformar dados operacionais em decisões com evidência.


A empresa gerou caixa líquido positivo no acumulado (R$ 6.877,23), mas junho virou negativo em R$ -698,45. A leitura precisa separar venda, recebimento e pagamento efetivo.


A diferença indica defasagem de liquidação, movimentos não comerciais, transferências, resgates ou recebimentos que exigem classificação conservadora.


| Recebimentos via PIX | R$ 195.262,35 |
| Recebimentos via cartão | R$ 193.168,76 |
| Resgate/aplicação | R$ 4.245,00 |
| Outras entradas | R$ 4.146,37 |
| Rendimentos | R$ 1,07 |
PIX e cartão formam a base de recebimento operacional, mas a competência da venda deve ser reconciliada com a liquidação bancária.

| Fornecedores — boletos | R$ -228.646,51 |
| Pessoas/retiradas/serviços PF | R$ -75.071,06 |
| Fornecedores — PIX | R$ -64.304,26 |
| Tributos | R$ -18.275,02 |
| Consórcio/não operacional | R$ -2.592,58 |
| Outros pagamentos | R$ -710,12 |
Fornecedores, pessoas/retiradas e tributos são os grupos que mais pressionam o caixa no bimestre.






Sem ritual, a empresa volta a depender de esforço pontual. Com ritual, a gestão passa a operar por evidência.

O diagnóstico mostra uma operação com volume e dados suficientes para evoluir, mas que precisa transformar conciliação em rotina de gestão.
Próximo passo: validar pendências críticas e institucionalizar o fechamento financeiro mensal.